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braço humano aparece boiando na frente de pai e filho em lago famoso na Grande Florianópolis

Flávio Bolsonaro em vídeo nas redes e o presidente Lula

Membro em decomposição estava na parte rasa de um lago de pedreira muito frequentado nos fins de semana, no bairro Nossa Senhora do Rosário, em São José. A vítima ainda não foi identificada.

Um pai e o filho foram pescar no lago de uma pedreira abandonada em São José, na Grande Florianópolis, e encontraram um braço humano boiando na água na tarde desta sexta-feira (25). O membro estava em estado de decomposição e, segundo o morador, tinha tatuagens visíveis. A polícia trata o caso como homicídio.

O Lago da Pedreira fica no bairro Nossa Senhora do Rosário e é um dos pontos mais conhecidos da região. Nos fins de semana, recebe muita gente que faz a trilha até lá, toma banho, brinca na água e passa o dia à beira do lago.

Não há acesso de carro. O caminho é uma trilha que começa no fim da Rua Antônio Basil Schroeder e segue mato adentro até a antiga área de extração, onde a água acumulada formou o lago.

Pai e filho chegaram ao local por volta das 14h para pescar piavas. Perto da margem, o homem percebeu algo boiando e desconfiou que fosse um braço humano. Ele voltou para casa e chamou a polícia.

O braço estava nos fundos da pedreira, na parte rasa, parado junto à lateral do lago. O próprio morador guiou os policiais pela trilha até o ponto, e o membro ainda estava na água quando eles chegaram.

Nenhum outro vestígio foi encontrado nas proximidades, segundo a PMSC. Não havia sinal do restante do corpo, de roupas ou de objetos que ajudassem a explicar como o braço foi parar ali.

A Polícia Científica e a Polícia Civil estiveram na pedreira ainda na tarde de sexta.

Até agora, não se sabe a quem pertence o braço, há quanto tempo ele estava na água nem se o restante do corpo está no lago ou em outro lugar. Sexo, idade e cor da pele da vítima também não foram informados.

A vítima segue sem identificação e nenhum suspeito foi apontado até a publicação desta reportagem.

Fonte Original | Jornal Razão